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Lucerna

A Fraude do Código Da Vinci
Autor(a):
Data: 2005, Abril
ISBN: 9728835094
N. Páginas: 320
Formato: 14,5 x 23
Capa e acabamento: Brochada
Prazo de entrega: 3 a 5 dias
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Disponibilidade: Imediata
Preço Outlet: 2 €
Peso: 0,49 kg 
Apresentação do Livro

«A Fraude de O Código Da Vinci», de Carl Olson e Sandra Miesel, assume-se como uma análise crítica do best-seller «O Código Da Vinci», de Dan Brown, que alega ter baseado a sua obra em factos verídicos e sólidos conhecimentos académicos.

O que esta obra publicada pela Lucerna salienta é que essa afirmação de Dan Brown é falsa. Demonstra que o autor daquele best-seller apresenta dados infundamentados e hipóteses forçadas para apoiar teorias singulares, como a de que Jesus e Maria Madalena eram casados e deram origem a uma linhagem sagrada ou que o Cristianismo tem conspirado ao longo da história para ocultar essa «verdade».

Segundo Dan Brown, quase tudo o que a maioria dos cristãos e não-cristãos pensam que sabem sobre Jesus faz parte de uma propaganda católica concebida para esconder a verdade ao mundo. Mas à maior parte das afirmações feitas em O Código Da Vinci falta uma fundamentação histórica credível, o que não acontece com o cristianismo.

Olson e Miesel – um autor americano que tem assinado sucessos de vendas como Will Catholics Be «Left Behind»? e uma jornalista especializada em assuntos católicos com um mestrado em História Medieval – provam, através da análise detalhada das origens do Novo Testamento, das afirmações dos evangelhos apócrifos e de seitas antigas como o gnosticismo, do papel de Constantino na ascensão do cristianismo primitivo, da Ordem medieval dos Templários, do Santo Graal, das alegadas mensagens «codificadas» nos quadros de Da Vinci e das acusações feitas à Igreja Católica, que afinal muito do que é afirmado n’«O CÓDIGO DA VINCI» de Dan Brown não passa de um conjunto de falsidades que podem induzir um leitor pouco informado em erro.

O facto de ambos os autores terem feito uma investigação histórica exaustiva para a redacção deste livro, que desmonta todas essas «inverdades», não significa que a sua leitura seja complexa ou difícil: ela revela-se, pelo contrário, bastante empolgante, aprazível e interessante, proporcionando algumas horas de grande deleite.


Índice

PREFÁCIO: Cardeal Francis George
INTRODUÇÃO: James Hitchcock
O Fenómeno de O Código Da Vinci – uma introdução
1. Gnosticismo: A Religião do Código
2. Madalena: Santa, Pecadora ou Deusa?
3. Cristo e o Código
4. Constantino, Paganismo e Niceia
5. Mitos do Santo Graal
6. Os verdadeiros Templários
7. O Mito dos Templários
8. A Fraude do Priorado do Sião
9. O Código apresenta erros do ponto de vista artístico
10. Mais erros e considerações finais

Revista Imprensa

«Seja por esperteza ou por acaso, Brown escreveu um romance que pega numa poderosa mistura de elementos divergentes e molda-os num mito popular e pós-moderno.

Brincando com as ideias preconcebidas e com as fraquezas dos seus leitores, Brown insiste em que a história não pode ser conhecida, oferecendo, no entanto, uma história baseada em “factos” e em “investigação”. Afirma que a religião é uma bengala, mas escreveu um livro impregnado de uma religiosidade esotérica e sincretista.

Insinua que não existe nenhuma verdade, mas apresenta uma gnosis secreta sobre a realidade. Diz que as mulheres precisam de, e merecem, mais atenção, mas só dois dos seus personagens principais são mulheres e uma delas, Maria Madalena, está morta.

Canta os louvores da androginia, mas baseia-se na fórmula tradicional segundo a qual um homem charmoso encontra uma mulher atraente num contexto de pressão e se apaixonam um pelo outro.

Quer que os leitores pensem por si mesmos, mas baseia-se quase exclusivamente num pequeno acervo de livros carregados de teorias conspirativas, sem fundamento num saber credível.

Numa palavra, o romance é uma confusão e a própria confusão que o caracteriza é parte do seu charme, porque quase toda a gente pode encontrar nele algo com que se identifique, seja uma personagem, uma ideia ou uma situação.

Como explica Gene Edward Veith, Jr.: “Muitas pessoas acham que esta perda da verdade é libertadora. Se construirmos a nossa própria realidade, então não haverá limites para a liberdade.

Nas palavras de um escritor que citava a banda de rock punk Johnny Rotten and the Sex Pistols: ‘Se nada [é] verdade, tudo [é] possível?’” – incluindo O Código Da Vinci e o seu enorme sucesso.»

Cardeal Francis George, Arcebispo de Chicago

«Olson e Miesel escrevem bem, utilizam com leveza a sua erudição e produziram um livro que é muito mais legível, inteligente e valioso do que o romance que ele desmascara.»
The Washington Times